O presidente pela Fundação de Ação Social (FAS), Renan de Oliveira, recebeu nesta quinta-feira (26/2), em seu gabinete, uma comitiva de Maringá, Norte do Estado. O grupo está em Curitiba para cumprir agendas do Governo do Estado e também conhecer as experiências desenvolvidas pela capital na área de assistência social, principalmente de atendimento à população em situação de rua.
Durante o encontro, o presidente destacou o trabalho ofertado para esse público, com destaque para a ampliação do serviço de abordagem social na região central da cidade e o Centro Intersetorial de Atendimento a Pessoas em Situação de Rua, a FAS SOS, que concentra em um único imóvel, serviços de várias políticas públicas municipais. Em breve a unidade ganhará ainda um posto do Instituto de Identificação, do Governo do Estado, onde os atendimentos poderão fazer a carteira de identidade.
“Nosso objetivo é que as pessoas atendidas recebam vários serviços, encaminhamentos e possam resolver suas vidas em um só local”, explicou Renan. O presidente destacou que Curitiba deve implantar mais duas unidades da FAS SOS.
Hotéis sociais
Leandro Henrique Bravin, secretário de Assistência Social, Política sobre Drogas e Pessoa Idosa da Prefeitura de Maringá, pediu detalhes do funcionamento dos hotéis sociais que acolhem pessoas que estavam em situação de rua, possuem certa autonomia e já estão em processo de reinserção social. “Viemos conhecer as boas iniciativas de Curitiba que possam embasar ações que pretendemos implantar”, disse.
Com quase 410 mil habitantes, Maringá possui atualmente 840 pessoas em situação de rua, metade delas usuárias de serviços do município, segundo o secretário.
Bravin visitou a sede da FAS acompanhado do diretor de Assistência Social de Maringá, Gabriel Antunes. No local eles também conheceram o Disque Solidariedade, serviço que coleta e faz o repasse de doações para famílias em situação de vulnerabilidade social.
À tarde, Gabriel também conheceu a FAS SOS onde conversou com servidores da assistência social e da saúde. “Viemos para encontrar aqui em Curitiba algumas respostas para as ideias que estamos tendo em Maringá, uma delas é de ter intersetorialidade no atendimento às pessoas em situação de rua. Hoje, conhecendo o FAS SOS, identificamos que esse trabalho pode ser aplicado em Maringá”, disse.